quinta-feira, 4 de novembro de 2010

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Teotônio acredita em diálogo com Dilma


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Atualizado há 9 minutos

Dilma, a 1ª presidente do Brasil

Estadão - ‎há 2 horas‎
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conquistou ontem a terceira vitória consecutiva em uma eleição presidencial. A maioria dos eleitores atendeu ao seu chamado de votar na sua ex-ministra da Casa Civil Dilma Rousseff, tornando-a a primeira mulher ...
O Brasil com Dilma Gazeta Digital

TSE anuncia vencedora e defende imprensa livre

Estadão - ‎há 3 horas‎
Em seu comunicado, às 20h14 de ontem, de que Dilma Rousseff estava matematicamente eleita, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ricardo Lewandowski, fez questão de ressaltar a importância de o País ter uma imprensa livre. ...

Teotônio acredita em diálogo com Dilma

Estadão - ‎há 25 minutos‎
Conciliação. Reotônio Vilela Filho, ao votar, em Maceió; governador eleito se diz o mais 'mineiro dos alagoanos' Teotônio Vilela Filho (PSDB), governador reeleito de Alagoas com 52,74% dos votos, contra 47,26% de Ronaldo Lessa (PDT), tem pela frente a ...

 

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

CNT/Sensus: Dilma lidera com 51,9% e Serra tem 36,7% (Postado por Erici Oliveira)


A vantagem de Dilma para Serra aumentou de cinco pontos porcentuais da pesquisa anterior para 15,2 pontos agora

AGÊNCIA BRASIL


No levantamento anterior, Dilma Rousseff tinha 46,8% eJosé Serra, 41,8%
São Paulo - A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, tem 51,9% das intenções de voto, ante 36,7% de seu adversário, o tucano José Serra, segundo pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta manhã.
A vantagem de Dilma para Serra aumentou de cinco pontos porcentuais da pesquisa anterior, na semana passada, para 15,2 pontos agora. No levantamento anterior, Dilma tinha 46,8% e Serra, 41,8%.
Ao se considerar somente os votos válidos - o que exclui nulos e brancos e se redistribui os indecisos proporcionalmente, Dilma tem 58,6% e Serra, 41,4%. A rejeição à candidata petista caiu de 35,2% da pesquisa anterior para 32,5%. Já a rejeição a Serra subiu de 39,8% para 43%.
O levantamento, com margem de erro de 2,2 pontos porcentuais, foi feito com dois mil eleitores, entre os dias 23 e 25 de outubro, em 136 municípios e foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 37609/2010.

domingo, 24 de outubro de 2010

Lupi reforça campanha de Ronaldo Lessa em Alagoas

Ronaldo Lessa, candidato do PDT ao governo de Alagoas, recebeu neste final de semana, reta final de campanha, o reforço da presença do ministro Carlos Lupi, presidente licenciado do PDT, em carreatas, comícios e caminhadas realizadas em Maceió e cidades próximas.

Nesta segunda-feira, a partir das 15 horas, Lupi deve participar de caminhada de militantes organizada pelo PDT-RJ pela candidatura de Dilma Roussef no Centro do Rio de Janeiro.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Lula anuncia fundo que exclui fiador em crédito do Fies

EDUARDO RODRIGUES - Agência Estado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou hoje a criação do Fundo de Garantia das Operações de Crédito Educativo (FGEDUC), que permitirá a estudantes universitários de cursos de licenciatura pedirem financiamento no Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) sem a necessidade de apresentar um fiador. O novo fundo, porém, só valerá para os universitários com renda familiar mensal média de até um salário mínimo e para os bolsistas parciais do Programa Universidade para Todos (ProUni).

Pela medida, o Tesouro Nacional, por meio do FGEDUC, concederá as garantias às instituições de ensino que se credenciarem no Ministério da Educação, que também arcarão com 7% do total desses financiamentos. "A coisa mais difícil para qualquer pessoa em qualquer segmento é conseguir um fiador", afirmou o presidente Lula. "Ser fiador não é uma prova de amizade, é assumir a responsabilidade por uma coisa que você não tem responsabilidade. Se der certo, é uma maravilha, mas se não der, você tem que pagar", completou.

Para o ministro da Educação, Fernando Haddad, os estudantes na faixa de renda beneficiada pela medida são justamente aqueles que têm mais dificuldades em conseguir fiadores, o que impossibilitava até então o acesso ao Fies. "Esses alunos muitas vezes acabam fazendo um curso ruim porque é o mais barato, mas agora poderão escolher um de maior excelência e conseguir o financiamento", afirmou.

O governo também anunciou que os estudantes que tenham firmado contrato com o Fies antes do dia 14 de janeiro deste ano poderão renegociar os prazos de quitação, com ampliação para até três vezes o período de utilização do financiamento, acrescido de mais 12 meses. Ou seja, um estudante que tenha cursado uma graduação durante quatro anos com o financiamento pode estender o pagamento para até 13 anos. Essa regra já valia para os contratos firmados desde janeiro.

postado por Blog do Paim @ 11:10 0 Comentários

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Vídeo: Geração de empregos é recorde de janeiro a julho

Clique no seguinte LINK para acessar o vídeo:

http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/?hashId=geracao-de-empregos-e-recorde-de-janeiro-a-julho-04029A3970DCA113C6&mediaId=6147895

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Collor pode abrir um palanque para Dilma em Alagoas




Alan Marques/Folha
Sem alarde, Fernando Collor (PTB) perscruta as chances de retornar ao governo de Alagoas em 2010.



Um dos entusiastas da candidatura de Collor é Renan Calheiros, líder do PMDB no Senado.



Renan fora aliado do Collor presidente. Tornara-se adversário do Collor varejado por corrupção. Virara inimigo do Collor do impeachment.



Mandara ao freezer o Collor do ostracismo. Por fim, Renan descongelou suas relações com o Collor redivivo do Senado.



Um Collor surpreendente, agora aliado do mesmo Lula que derrotara, com métodos heterodoxos, nas urnas presidenciais de 20 anos atrás.



Tenta-se pôr de pé, ao redor deste “novo” Collor, uma coligação de pelo menos nove partidos: PTB, PMDB, PR, PCdoB, PT, PMN, PRB, PSC e PP.



São legendas que, em Brasília, integram o consórcio partidário que gravita ao redor de Lula.



Algo que permitiria a Collor oferecer seu eventual palanque alagoano a Dilma Rousseff, a presidenciável de Lula e do PT.



Renan estimula a candidatura Collor de olho na composição da chapa, que integraria numa das duas vagas destinadas aos candidatos ao Senado.



Move-se por pragmatismo. No caminho de sua reeleição há duas pedras. A julgar pelas pesquisas alagoanas, o par de pedras tem potencial para deixar Renan sem mandato.



Chama-se Heloisa Helena a primeira rocha. Ex-senadora, candidata derrotada à Presidência em 2006, virou vereadora de Maceió em 2006.



Presidente nacional do PSOL, HH está decidida a retornar ao Senado. Desistiu de brigar pelo Planalto.



Tenta enfiar o seu partido dentro da candidatura presidencial da amiga Marina Silva (PV).



O outro adversário de Renan é o ex-governador alagoano Ronaldo Lessa (PDT). Frequenta as pesquisas como segundo colocado na corrida ao Senado, atrás de HH.



Até o início de 2009, Renan embalava uma aliança com o atual governador de Alagoas, o tucano Teotônio Vilela.



Candidato à reeleição, Teotônio tornou-se um azarão. Coleciona índices mirrados de intenções de voto. Coisa na casa dos 5%.



Renan enxerga em Collor –dono de um jornal, de uma TV que repete em Alagoas o sinal da Globo e de uma rede de rádios— um candidato mais viável que Teotônio.



Tomado pelas pesquisas, só haveria um político em Alagoas capaz de deter o retorno de Collor ao governo estadual.



Chama-se Cícero Almeida. É filiado ao PP, outro sócio minoritário do consórcio partidário de Lula.



Em 2008, Cícero foi à cadeira de prefeito da capital, Maceió, numa votação em que beliscou notáveis 81,5% dos votos válidos.



Nas pesquisas para o governo, Cícero coleciona algo como um terço dos votos dos alagoanos. Mais do que Collor, que oscila entre 20% e 25%.



Cícero hesita, porém, em embrenhar-se na disputa pelo governo. Sabe que enfrentará, além de Collor, o conglomerado de mídia e os arranjos políticos que estão por trás dele.



Receia perder a cadeira de prefeito, da qual teria de se separar por renúncia, e arrostar uma derrota na briga pelo governo.



Por ora, tampouco Collor se assume como candidato. Mas todo o aparato político que gravita ao seu redor move-se como se a candidatura fosse incontornável.

Escrito por Josias de Souza às 06h41