sábado, 7 de maio de 2016

Recuperação de nascente leva água potável para famílias de Porto Calvo


Projeto da Semarh capacita população para atuar como agente fiscalizador de área recuperada

Duas nascentes revitalizadas pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) foram entregues à população de Porto Calvo, durante as atividades do Governo Presente, na tarde desta sexta-feira (6).
O Programa de Recuperação de Nascentes, desenvolvido pela Semarh, iniciou os trabalhos de restauração em março na Fazenda Comandatuba, local onde está localizada a nascente. O trabalho foi realizado pelo técnico Adolfo Barbosa com incentivos da prefeitura. De acordo com ele, 10 mil pessoas foram beneficiadas pelo projeto.
O governador Renan Filho, o secretário de Estado de Recursos Hídricos, Alexandre Ayres, lideranças comunitárias e políticas participaram da entrega da nascente em Porto Calvo. Ao falar sobre o trabalho desenvolvido e ampliado pela Semarh, Alexandre Ayres destacou que o programa tem sido muito gratificante.
“Esta nascente em Porto Calvo possui uma vazão de 2.040 litros por hora. Havia uma demanda muito grande para ter acesso facilitado à água de qualidade na região. O programa tem chegado às comunidades distantes e difusas para reiterar que o governo tem como prioridade contemplar as famílias com um bem tão precioso para seus avanços sociais e econômicos”, avaliou o secretário Alexandre Ayres.
Recuperação de nascente leva água potável para famílias de Porto Calvo




Educação ambiental – Além do trabalho de recuperação, a Semarh apresentou às famílias que serão beneficiadas com a água da nascente, informações importantes para manter o local sempre protegido de animais, afinal, são os beneficiados que assumirão o papel de agentes de fiscalização, evitando danos para continuar usufruindo do recurso.​

Alagoas24HR
Postado por: Ygor I. Mendes

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Prefeitura de Maceió suspende multas aplicadas por pardais eletrônicos

Equipamentos eletrônicos foram desligados à meia-noite de quarta-feira.
Decisão foi tomada após determinação do Tribunal de Contas do Estado.


Pardais fiscalizam irregularidades de trânsito em diversos pontos da capital (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)Pardais eletrônicos foram desligados a partir das
0h desta quinta-feira (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)
A Secretaria de Comunicação (Secom) informou, nesta quinta-feira (5), que a prefeitura de Maceió mandou suspender todas as multas aplicadas pelos pardais eletrônicos. O equipamento foi desligado à meia-noiteapós uma determinação do Tribunal de Contas do Estado (TCE).
A prefeitura afirmou, na última quarta-feira (4), que, apesar de atender ao pedido do TCE, uma defesa será apresentada à Corte de Contas de Alagoas. A data para a apresentação da defesa ainda não foi definida. Até segunda ordem, os equipamentos ficarão desligados.
A determinação foi motivada após uma denúncia do Ministério Público de Contas que, no dia 30 de março de 2016, afirmou ter encontrado várias irregularidades no contrato, firmado entre a empresa Velsis Sistema e Tecnologia Viária S/A, a Prefeitura de Maceió e a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT).
O procurador do MP de Contas, Rodrigo Siqueira Cavalcante, informou que a prefeitura aderiu à ata de pregão eletrônico feito pela Prefeitura de Aracaju, em Sergipe, o que é considerado legal. No entanto, o edital não traz a informação de que a ata se refere também à capital alagoana, o que caracteriza a irregularidade.
Cavalcante afirmou ainda que o contrato não faz menção ao montante na Lei Orçamentária Anual (LOA). Ele diz que quando a prefeitura faz um contrato, nele deve estar previsto a autorização orçamentária do município, o que também não foi feito.
G1GLOBO
Postado por : Ygor  I. Mendes

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

    Dilma garante água até o trecho cinco do Canal do Sertão
     
    Governador Renan Filho solicitou e presidenta assegurou que recursos não vão faltar 
    Opções
    Foto por: Agência Alagoas
    A redenção do povo sertanejo passa diretamente pelo bom uso da água do Canal do Sertão e esta água ficou mais próxima de quem mais precisa nesta quinta-feira, 5, com a inauguração do trecho três do Canal do Sertão, no município de Inhapi.

    O governador Renan Filho e a presidenta Dilma Rousseff abriram as comportas permitindo que mais de 77 mil alagoanos possam passar do sonho de ter água potável para a realidade de poder produzir e conviver com a estiagem prolongada.

    Renan Filho ressaltou que o Governo de Alagoas está enfrentando uma das secas mais violentas da história. O modo de enfrentamento é que é diferente. O governador está estimulando a convivência com a estiagem, robustecendo a operação carro-pipa e tocando obras hídricas, com o total e fundamental apoio do Governo Federal, como a Adutora do Alto Sertão, que será entregue entre dezembro/15 e janeiro/16; e a Adutora da Bacia Leiteira, que deve ser concluída em dezembro de 2016.

    “São obras, como o Canal do Sertão, que dignificam o povo sertanejo e dão condições de igualdade para que o pequeno produtor possa produzir e gerar alguma renda”, resumiu o governador dando este novo aspecto de convivência com o longo período sem chuvas.

     

    O governador convidou a presidenta para retornar ao estado quando acontecer a inauguração da Adutora da Bacia Leiteira, prevista para dezembro de 2016. Acompanhado do convite, Renan Filho emendou e solicitou a autorização para início das obras do trecho cinco do Canal do Sertão.

    Da presidenta, o governador recebeu um cordial e positivo aceno de que o sonho de água potável e de qualidade vai chegar até Arapiraca, quando a extensão da obra chegará aos 250 km.

    Dilma Rousseff fez um breve histórico do empreendimento hídrico e recordou que esta foi a quarta vez que viu de perto o Sertão não virar mar, porém um rio cortando o Semiárido, vindo de uma vez para transformar a realidade de seca desta parte do Estado.

    “Vim na autorização da obra, participei da inauguração do primeiro trecho, inaugurei os trechos dois e três; e virei, sem dúvida, na entrega dos trechos quatro e cinco, levando água até Arapiraca”, pontuou a presidenta.


     
    Na análise dela, o Canal do Sertão é uma das principais obras de convivência com a seca de que se tem notícia. “São 93 km de canal, levando água de qualidade a quem mais precisa. Estamos aqui viabilizando a modificação do cenário nordestino, ainda tão forte aqui. “São obras como esta que facilitam o acesso à água favorecendo milhões de alagoanos da pequena produção”, disse Rousseff.

    Em conversa informal com a presidenta, Renan Filho confidenciou que com os perímetros irrigados, oriundos do Canal do Sertão, o Governo de Alagoas tem a ideia de levar industrias de fruticultura para o Semiárido alterando definitivamente a economia local.

    Por fim, o discurso de emoção ficou por conta do prefeito anfitrião. José Cícero nasceu e se criou em Inhapi e admitiu que o entusiasmo é sem tamanho em poder ver um ‘rio’ cortando a terra árida de seu município.

    “É um sonho de tantas décadas que está barateando o custo dos carros-pipa e facilitando a instalação de poços artesianos onde o rio não pode chegar”, comemorou o gestor municipal. 

    Fonte: Agência Alagoas
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sábado, 27 de junho de 2015

CARTA ENCÍCLICA
LAUDATO SI’
DO SANTO PADRE
FRANCISCO
SOBRE O CUIDADO DA CASA COMUM


1. «LAUDATO SI’, mi’ Signore – Louvado sejas, meu Senhor», cantava São Francisco de Assis. Neste gracioso cântico, recordava-nos que a nossa casa comum se pode comparar ora a uma irmã, com quem partilhamos a existência, ora a uma boa mãe, que nos acolhe nos seus braços: «Louvado sejas, meu Senhor, pela nossa irmã, a mãe terra, que nos sustenta e governa e produz variados frutos com flores coloridas e verduras».[1]
2. Esta irmã clama contra o mal que lhe provocamos por causa do uso irresponsável e do abuso dos bens que Deus nela colocou. Crescemos a pensar que éramos seus proprietários e dominadores, autorizados a saqueá-la. A violência, que está no coração humano ferido pelo pecado, vislumbra-se nos sintomas de doença que notamos no solo, na água, no ar e nos seres vivos. Por isso, entre os pobres mais abandonados e maltratados, conta-se a nossa terra oprimida e devastada, que «geme e sofre as dores do parto» (Rm 8, 22). Esquecemo-nos de que nós mesmos somos terra (cf. Gn 2, 7). O nosso corpo é constituído pelos elementos do planeta; o seu ar permite-nos respirar, e a sua água vivifica-nos e restaura-nos.

CONHEÇA A ENCÍCLICA, NA INTEGRA: 

http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/encyclicals/documents/papa-francesco_20150524_enciclica-laudato-si.html

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

BIOGEOGRAFIA - UFSM







Espécies Endêmicas nos biomas brasileiros




Como sabemos o Brasil é um pais rico em biodiversidade, isso devido a vários fatores como a sua grande extensão territorial e aos diversos climas que o país possui. Isso faz com que possua uma variedade muito grande de fauna e flora. Essa diversidade toda faz com que o nosso país seja um lugar de grande variedade de espécies endêmicas. Esse termos refere-se a espécies que ocorrem apenas em lugar na terra. Além disso a uma subdivisão entre as espécies endêmicas, que são as neoendêmicas e as paleoendêmicas. As neoendêmicas referem-se as espécies que se originaram e um determinado lugar e ainda não tiveram tempo de se disseminar para outras regiões, e as paleoendêmicas referem-se as espécies que estão em uma dinâmica regressiva e aquele é o único lugar onde a espécie sobrevive.
A partir disso vamos caracterizar algumas das espécies endêmicas que o Brasil possui, numa caracterização através de seus biomas (Mata atlântica, Cerrado, Pantanal, Caatinga, Floresta Amazônica e Campos sulinos).

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CAATINGA


Principal bioma da região Nordeste, possui uma área de aproximadamente 800.000 quilômetros quadrados, sendo que seus ecossistemas encontram-se bastante alterados. A biodiversidade de flora é média, sendo que cerca de 30% das plantas superiores são endêmicas. A fauna por sua vez é relativamente pobre se comparada com outros biomas. Alguns exemplos de espécies endêmicas são: mandacaru e o xique-xique.

LEIA SOBRE OS DEMAIS BIOMAS:

http://biogeografia-ufsm.blogspot.com.br/2010/06/especies-endemicas-nos-biomas_3710.html 

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Cobertura original, cobertura atual e Unidades de Conservação na Mata Atlântica alagoana

Não se sabe exatamente qual a área original da Mata Atlântica alagoana porque, assim como em outros estados brasileiros, as primeiras avaliações da cobertura vegetal só ocorreram no início do século XX, quando boa parte das matas já havia sido destruída. Os dados, estimados a partir de então, são de que o estado de Alagoas possuía uma área de 2 14.529 km de mata, ou 52%de seu território, abrangendo total ou parcialmente áreas de 61 municípios. Pelo menos três destes municípios, Mata Grande, Água Branca e Canapi, estão situados no sertão, em áreas de domínio das caatingas, mas por possuírem áreas com altitude suficiente para interceptar o fluxo de ventos úmidos provenientes do Oceano Atlântico possuem matas mais úmidas, principalmente sobre áreas de maior altitude e nas encostas voltadas para o leste e para o sudeste. Essas áreas são denominadas de matas serranas ou brejos de altitude. A Mata Atlântica original abrangia toda a área costeira e penetrava bastante para o interior, chegando, provavelmente, a municípios hoje inseridos no agreste, tais como Palmeira dos Índios e Igaci. O desmatamento acentuado pode ter sido o principal fator responsável pelo avanço da vegetação de caatinga sobre algumas áreas que poderiam originalmente tersido cobertas porflorestas mais úmidas.Aremoção destasflorestas pode, portanto,ter acentuado a semi-aridez do agreste. De acordo com uma classificação fisionômico-ecológica, nossas florestas são do tipo ombrófila densa, ombrófila aberta e estacional semidecidual. Há ainda uma vasta área, dentro do Domínio Mata Atlântica, coberta porformações pioneiras, tais como: manguezais, alagados e restingas. A Mata Atlântica alagoana, assim como em outros estados brasileiros, é muito heterogênea. As matas de planícies, por exemplo, são muito diferentes das matas de tabuleiros, tanto em fisionomia quanto em composição de espécies. Esse fato implica a necessidade de se preservar os diferentes tipos de mata existentes, sob pena de se perder espécies de ocorrência exclusiva em um ou outro habitat.Infelizmente, hoje, o que resta da mata alagoana é encontrado principalmente sobre morros e encostas. Isso ocorre porque essas áreas de difícil acesso, devido à dificuldade para ocupação agrícola, foram mantidas com vegetação natural. Há pouquíssimos fragmentos de mata situados em planícies, várzeas ou tabuleiros. Como conseqüência, muitas espécies que poderiam ocorrer exclusivamente ou predominantemente nestes habitats podem ter desaparecido, antes mesmo de terem sido registradas. Na tentativa de se proteger o que ainda resta de Mata Atlântica, calculado em torno de 6,04% da área original, algumas Unidades de Conservação foram criadas pelos governos Federal, Estadual e Municipal. Alguns proprietários de terra, que possuíam áreas cobertas com florestas, transformaram essas áreas em Reservas Particulares do Patrimônio Natural, ou RPPNs. As RPPNssão áreas permanentemente protegidas por31 lei, nas quais não será mais permitida a remoção da floresta. As outras unidades de conservação, criadas por ação do governo, podem ter diferentesrestrições para seu uso. Em Alagoas existem 24 áreas legalmente protegidas, que estão inseridas dentro do Domínio Mata Atlântica. Destas áreas, 17 foram criadas pelo poder público federal, estadual ou municipal. As outras 7 áreas foram criadas pela iniciativa privada em terras particulares, constituindo RPPNs. Algumas dessas áreas estão abertas à visitação pública com finalidades educativas e de lazer. Municípios que possuem pelo menos uma parte de seu território em áreas consideradas dentro do Domínio Mata Atlântica (Caderno nº. 29 da RBMA, adaptado). Incluindo municípios do Sertão com mata serrana(*) 1. Anadia 2. Atalaia 3. Barra de Santo Antônio 4. Barra de São Miguel 5. Boca da Mata 6. Branquinha 7. Cajueiro 8. Campestre 9. Campo Alegre 10. Campo Grande 11. Capela 12. Chã Preta 13.Água Branca* 13. Colônia Leopoldina Leopoldina 14. Coqueiro Seco 15. Coruripe 16. Feliz Deserto 17. Flexeiras 18. Ibateguara 19. Igreja Nova 20. Jacuípe 21. Japaratinga 22. Jequiá da Praia 23. Joaquim Gomes 24. Jundiá 25. Junqueiro 26. Limoeiro de Anadia 27. Maceió 28. Mar Vermelho 29. Maragogi 30. Marechal Deodoro 31. Maribondo 32. Matriz de Camaragibe 33. Messias 34. Murici 35. Novo Lino 36. Olho d´ÁguaGrande 37. Paripueira 38. Passo de Camaragibe 39. Paulo Jacinto 40. Penedo 41. Piaçabaçu 42. Pilar 43. Pindoba 44. Porto Calvo 45. Porto de Pedras 46. Quebrangulo 47. Rio Largo 48. Roteiro 49. Santa Luzia do Norte 50. Santana do Mundaú 51. São José da Laje 52. São Miguel dos Campos 53. São Luiz do Quitunde 54. São Miguel dos Milagres 55. São Sebastião 56. Satuba 57. Teotônio Vilela 58. União dos Palmares 59. Viçosa 60. Mata Grande* 61. Canapí* 62. Água Branca* Municípios que possuem pelo menos uma parte de seu território em áreas consideradas dentro do Domínio Mata Atlântica (Caderno nº. 29 da RBMA, adaptado). Incluindo municípios do Sertão com mata serrana(*) 1. Anadia 2. Atalaia 3. Barra de Santo Antônio 4. Barra de São Miguel 5. Boca da Mata 6. Branquinha 7. Cajueiro 8. Campestre 9. Campo Alegre 10. Campo Grande 11. Capela 12. Chã Preta 15. Coruripe 16. Feliz Deserto 17. Flexeiras 18. Ibateguara 19. Igreja Nova 20. Jacuípe 21. Japaratinga 22. Jequiá da Praia 23. Joaquim Gomes 24. Jundiá 25. Junqueiro 26. Limoeiro de Anadia 27. Maceió 28. Mar Vermelho 29. Maragogi 30. Marechal Deodoro 31. Maribondo 32. Matriz de Camaragibe 33. Messias 34. Murici 35. Novo Lino 36. Olho d´Água Grande 37. Paripueira 38. Passo de Camaragibe 39. Paulo Jacinto 40. Penedo 41. Piaçabaçu 42. Pilar 43. Pindoba 44. Porto Calvo 45. Porto de Pedras 46. Quebrangulo 47. Rio Largo 48. Roteiro 49. Santa Luzia do Norte 50. Santana do Mundaú 51. São José da Laje 52. São Miguel dos Campos 53. São Luiz do Quitunde 54. São Miguel dos Milagres 55. São Sebastião 56. Satuba 57. Teotônio Vilela 58. União dos Palmares 59. Viçosa 60. Mata Grande* 61. Canapí* 62. 

VEJA A CONTINUAÇÃO DO ITEM 3.1
http://www.ufal.edu.br/usinaciencia/multimidia/livros-digitais-cadernos-tematicos/A_Mata_Atlantica_em_Alagoas.pdf

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Ornitólogos documentam a extinção de três aves endêmicas do Nordeste

Uma coruja e duas espécies da ordem dos Passeriformes não são mais encontradas no trecho de mata atlântica que vai de Alagoas ao Rio Grande do Norte
MARCOS PIVETTA | Edição Online 23:21 8 de agosto de 2014